O valor total da construção dos submarinos será de 6,690 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões), a ser pago em até 20 anos. A estimativa é de que todos os submarinos estejam prontos em 2021. A opção por firmar parceria com a França se deve ao fato de o país ter concordado em transferir tecnologia para o Brasil na construção dos submarinos, segundo explicou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, no fim de agosto na Comissão de Relações Exteriores do Senado.
Parte de um dos submarinos convencional será feita na França, onde técnicos brasileiros serão treinados. Os demais, inclusive o nuclear, serão construídos no Brasil. No caso do submarino nuclear, caberá ao Brasil produzir o propulsor nuclear e à França, a transferência de toda a tecnologia não nuclear para o país. No mesmo pacote, está prevista a construção de um estaleiro e de uma base em Itaguaí, no Rio de Janeiro.
Também deve ser assinado um acordo para a construção de 50 helicópteros de médio porte e aeronaves modelo EC 725, por meio de uma parceria entre a empresa brasileira Helibras e a francesa Eurocopter.
Na reunião entre os presidentes, Brasil e França assinam ainda acordos em áreas como cooperação policial, questões migratórias, transportes, agricultura e cooperação técnica com vistas à criação de um banco de leite humano no Haiti.
A comitiva do presidente francês é formada por vários ministros como o dos Negócios Estrangeiros, da Economia e Comércio Exterior, da Imigração, do Desenvolvimento Solidário, da Educação Nacional e da Defesa.
FONTE
O acordo com a França é mesmo estrategio as ambições do Brasil. Não aprovo qualquer investimento em arsenal de grerra. Mas a principio não é algo desastroso. A aliança com a França poderá propiciar ganhos ao Brasil.
[Amaro]
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